7 destinos imperdíveis para visitar pelo mundo


Trouxemos essa semana uma lista com 7 lugares imperdíveis e maneiríssimos para você visitar pelo mundo afora.

🌊🌴   Tem praias, vinhos, ilhas paradisíacas e até vulcões! 🗻

Tem frio, calor e muita, mas muita água!

Partiu?  😜

Lago Masúria — Polônia

Lago Masurian, Polônia

Região que se estende por cerca de 200km do nordeste da Polônia ao norte da capital, Varsóvia, o local do Lago Masúria possui cerca de 2.000 lagos, interligando muitos rios e canais. Extremamente popular entre os turistas poloneses, a região continua a ser um exemplo perfeito dos prazeres simples da vida tradicional do país.

Durante o verão polonês, o Lago Masúria fica cheio de velejadores enquanto as cidades Giz'ycko e Mikolajki ficam repletas de barcos e banhistas. Se você preferir um lugar mais solitário, pegue a estrada até os Lagos Nidzkie ou Lukajno, onde reservas naturais são livres de motores de barcos e você poderá encontrar um belo lugar para curtir a calma dos lagos.

🐺 🐻 Mas, não ache que estará sozinho. As águas azuis dos lagos atraem cormorões mergulhadores, cisnes mudos, e cegonhas, enquanto veados, alces, lobos, javalis, e o maravilhoso lince vagam pela Floresta Pisz, um pedaço remanescente de uma selva virgem que cobria grande parte do norte da Polônia.

Ilha Geórgia do Sul — Geórgia

Ilha Geórgia do Sul, Geórgia

Em uma praia rochosa, milhares de barulhentos Pinguins Reis se juntam para formar um gigante mosaico preto-e-branco em meios à grama gelada. Além deles, filhotes de focas, elefantes-marinhos e albatrozes estão à beira dos despenhadeiros glaciais que dão no oceano.

Essa é a Ilha Geórgia do Sul, região que tem um pouco mais de 200km, repleta de montanhas e picos, e está cerca de 2000km ao leste de Ushuaia na Argentina. O lugar é bem remoto e bucólico.

O território é de colonização inglesa e somente é possível chegar lá por meio de navios, viagem que dura cerca de 5 dias partindo de Ushuaia, e não é viagem fácil, ok? Tem que ter o espírito aventureiro em modo on. 💪

Durante o verão, as temperaturas variam na casa dos - 10 graus Celsius. Mas, a recompensa é irada. Você verá montanhas nunca escaladas por humanos, raras baleias e pinguins da cintura alta... criaturas que ainda não foram tocadas pelo homem.

Vale muito a pena! 👍

Ilhas Seicheles — Seicheles

Seychelles, Rep de Seychelles

Nada pode manter os nativos das ilhas Seicheles por muito tempo longe de casa. Por quê?

A beleza natural deste lugar é difícil de descrever apenas com fotos. A riqueza da fauna e flora são quase intactas e a capacidade de manter a preservação do meio-ambiente é de dar inveja a qualquer país desenvolvido do planeta.

Localizada a pouco mais de 2000km da costa leste do Quênia, Oceano Índico adentro, o arquipélago de Seicheles possui 115 ilhas paradisíacas. O lugar é tão bonito, que durante uma visita ao arquipélago, a Rainha Elizabeth II pediu para que a comitiva que ela estava realizando, parasse em uma das belas ilhas e ela pudesse apreciar um bom chá vespertino, apreciando a vista.

Seis parques marinhos nacionais, fortemente preservados, proporcionam uma breve noção da vida que existe no lugar, com a presença de tartarugas marinhas, golfinhos e mais de mil espécies de peixes. Você vai encontrar ainda os raros pombos azuis (originários da região) e várias outras espécies endêmicas que só vivem lá, durante uma visita à Reserva Natural do Vallé de Mai (tombado e considerado patrimônio histórico da Unesco).

💖   Definitivamente, o conjunto de ilhas Seicheles deve estar na sua lista de lugares que você não pode deixar de conhecer.

Butão Oriental— Butão

Côte-d'Or, França

O último e remanescente reino budista nos Himalaias, Butão se difere pela sua originalidade. Para chegar lá é preciso viajar em um avião que seja pequeno e estreito o suficiente para navegar ao redor das montanhas rochosas e aterrisar no Vale de Paro, o principal centro turístico da região, onde o número de hotéis triplicou na última década.

Calma. Ainda não chegamos em Butão Oriental. Uma região que ainda não é tão explorada por turistas. A viagem continua por mais dois dias em um transporte 4x4. Difícil, porém oferece muitas, mas muitas recompensas. 💎

Algumas aldeias são tão isoladas, que os monges que vivem na região passam anos a fio sem encontrar ninguém de fora. A última história que ficamos sabendo foi de um montanhista americano que chegou à região e foi recebido com surpresa por um desses monges. Ele diise: - Você é o primeiro estrangeiro que vemos em 22 anos. 😱

No Vilarejo de Lhuntse, as mulheres mostram o trabalho que elas fazem em seda para os mercadores Butaneses, que viajam até a região (partindo da capital Thimphu) à procura dos preciosos tecidos kushutara.

A hospitalidade do povo Butanês é outro ponto alto. As famílias locais oferecem lugar para dormir e comer a tradicional culinária que inclui o famoso prato ema datshi, composto por muito queijo, pimentões selvagens (apimentados), geralmente servidos com arroz vermelho.

É de dar água na boca! Não?

Dica: Sempre peça permissão para tirar fotos dentro dos monastérios, templos e outros locais que estiverem na presença de monges. Em alguns lugares é terminantemente proibido tirar fotos interiores. 😉

Hokkaido—Japão

Hokkaido, Japão

Para aqueles que quiserem viver uma experiência na neve: a ilha Hokkaido, no Japão é o seu lugar. É a ilha mais ao norte e está rodeada por mares com névoa densa e pelo frio da grande proximidade com a Sibéria. O acúmulo de neve, diariamente, assusta alguns turistas, chegando a ter impressionantes 63 pés de precipitação. Só para esclarecer, 63 pés são aproximadamente 20 metros! 😱

A neve na região deprecia de uma forma muito seca e leve, criando uma camada de "pó", que é muito apreciada por praticantes de snowboarding e ski.

Niseko, mais ao sul de Hokkaido, é o mais popular dos resorts da região, mas Kiroro, que fica a cerca de duas horas de carro (partindo do aeroporto de Sapporo) é o verdadeiro point. Em Kiroro, há uma escola de ski para os jovens e para os que querem esquiar há duas trilhas muito lindas chamadas Nagamine e Asari, são dois picos super disputados. Para os esquiadores mais experientes existem as pistas que ficam ao redor do vulcão Yoichidake (foto), sendo uma pequena viagem de duas horas que resultam em uma vista mística do vale.

De volta ao vale, você pode visitar Shinrin e ir até o resort Yu Onsen-Kiroro, onde existem poços com águas termais e apreciar a culinária típica japonesa como sushis e yakitori (espetinhos de carnes e legumes parecidos com os nossos churrasquinhos).

De resto, é ficar apreciando os flocos de neve caindo e formando a bela paisagem... claro, fazer bonecos de neve também está nos planos. ⛄

Dica: Não deixe de experimentar e degustar uma bebida destilada da região, tipo um uíesque, chamado Yoishi.

Côte D'Or—França

Côte D'Or, França

Com vinícolas plantadas por romanos antigos, a região de Côte D'Or é a região mais famosa e produtora de vinhos em Burgundy e instiga os mais aficcionados por vinhos a visitar a região. Os nativos insistem em dizer que não há lugar na França, com tradições de vinho mais profundamente enraizadas e mais conscientemente bem produzidos.

Mas, eles tem algo mais para se sentir orgulhosos, em Julho de 2015, a Unesco introduziu a região na sua lista de lugares que se tornaram Patrimônio Histórico da Humanidade. Com isso, há agora um projeto de criar um centro de vinícolas, a Cidade dos Vinhos de Bourgogne. Nada mais justo para presentear esse terreno tão sagrado para os amantes de vinhos.

This labyrinthine wine terrain about three hours' drive southeast of Paris is owned by hundreds of farmers, many of them descendants of peasant families and some with just three rows of vines in a field the size of a bowling alley.

Esta região em formato de labirinto fica a aproximadamente três horas de carro de Paris, sentido sudeste. É formada por centenas de famílias em seus ambientes rurais e fazendas, sendo muitos deles descendentes de famílias camponesas com longa árvore genealógica que produzem seus próprios vinhos. Há casos em que a produção é minúscula, contado apenas com três a quatro fileiras de vinho em um campo do tamanho de uma pista de boliche. Mas, o sabor... ahhh o sabor!

Dica: Alugue uma bicicleta e percorra a Rota dos Grand Crus (os croître ou crus são vinhos de altíssimo padrão), que incluem visitas guiadas por enófilos pelas vinícolas de Puligny-Montrachet. Depois vá até a cidade medieval de Beaune e peça o bife à Bourguignonne acompanhado de um vinho típico da região feito de uvas velhas. Quem dá a dica é a Liz Beatty, conhecedora do lugar.

Parque Nacional dos Vulcões—Havaí

Vulcões Havaianos, Havaí

A mitologia havaiana conta que as explosões de lava são os gritos da moradora mais ilustre da ilha: Pelé, a deusa do fogo para os Havaianos. Eu disse do fogo, o futebol por lá não é tão popular. 😜

Dizem que era mora no Kilauea, um dos vulcões mais ativos no planeta. Desde 1986, centenas de acres de terreno vulcânico solidificado foram depositados pelas lavas do monstro havaiano. O show que as lavas demonstram quando caem no Oceano Pacífico é outra atração a parte. Ver o magma derretido entrando em contato com a água e criando uma cortina de fumaça e névoa (ácida) é de deixar o queixo caído.

A maioria dos visitantes buscam exatamente ver o show de camarote. Mas, há muito mais para conhecer do Havaí.

As densas florestas e animais típicos da região. Sem contar as praias que são dignas de filmes, como a famosa e mais bela de todas: Waimea. Point obrigatório de surfistas, mas se você quiser apenas desfrutar do dia e apreciar a vista, também serve. E se você gosta de cachoeiras e quedas d'água, não deixe de dar uma espiada o Vale Waipio. Lá existem dezenas de cachus de vários tamanhos e tipos... algumas com quedas de até 200m de altura.

Não vou nem falar do povo... que é o exemplo típico de hospitalidade, bom humor e sabe cozinhar como ninguém. Ah... e compra um Ukulele. Mesmo que você não saiba tocar. 😂


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Pedro

Empresário e viajante experiente, Pedro é escritor no blog da plataforma Insidr. O Insidr é uma plataforma que conecta viajantes com moradores das cidades e que gostam de compartilhar o que fazem.

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